Retomando uma rubrica de longos pergaminhos deste espaço de verdadeiro serviço publico, deixo um exemplo do talento que (ainda) conseguimos produzir e manter, apesar das dificuldades conhecidas (nao vamos por ai, sff...), agora na variante de composiçao.
Alguns reconhecerao o nome e poderao encontra-lo no topo de 'Talent de Bien Faire', obra recente na nossa estante... bastante original e um sucesso.. digamos, razoavel....... porque nao retoma-la?
Reforçando a nacionalidade (resquicios do 1 Dezembro?!), Jorge Salgueiro, em Ensaio Sobre a Cegueira:
Espero que gostem, tanto como eu, pelo menos...
2 comentários:
"Vivam os músicos portugueses". E já agora os compositores. E já agora os compositores que fazem obras para bandas como a nossa. Sempre gostei do "talent...". É ao mesmo tempo acessível, experimental, surpreendente. Se mal tocado pode ser uma boa seca. Bem tocado produz um bom efeito. Será irmão da Teresa.
Ainda sobre o tema compositores portuguese fiquei a saber algo aterrador.
Fui ver uma opera (resumo) de Marcos Portugal e em conversa com um músico da Orquestra Bulbenkian ficámos a saber lá em casa que esta récita não tinha sido gravada pela Fundação.
Perante a nossa indignação o nosso conhecido disse-nos que para além deste disparate, em Portugal, as obras do mais conhecido compositor Português, ainda não estão impressas!
Isto significa que, de cada vez que a Orquestra Gulbenkian toca Fernando Lopes Graça, os músicos ainda lêem uma pauta manuscrita...
É mau! É triste! E assim não engrandecemos a nossa cultura.
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